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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Danger Love - What a f*ck is happening?

"I got a bad boy, I must admit it"


Texas | 25 de fevereiro de 2013, Angel's P.O.V

A hora da saída me torturava a cada minuto que se passava pois eu queria continuar na companhia das minhas amigas mas também queria mostrar a minha nota A+ no trabalho que eu, pela primeira vez, fiz sozinha.

As notas, para mim e para minha família, eram extremamente importantes porque meu futuro depende delas.

O pai de minha melhor amiga, Susan, sorriu ao me ver, me abraçou e questionou-me sobre o  trabalho. Sua boca curvou-se num sorriso largo ao saber sobre meu resultado, disse que meus pais se orgulhariam e eu pude sentir satisfação em sua voz. Eu julgava sua idade pequena e o considerava um irmão que eu nunca tive, com certeza ele é importante.

 Acabara de avistar a caminhonete vermelha de vovô e, em parte, eu fiquei feliz porque ele me abraçaria ao saber sobre o trabalho mas também fiquei um pouco frustrada por meus pais não poderem fazer o mesmo, no momento.

Me despedi de minhas amigas e do pai de Susan, fui em direção ao carro e abracei vovô como sempre fazia. Ele ficou feliz e me levou até em casa.

Vovó já preparava o jantar e o cheirinho me dava água na boca, a abracei, como sempre fazia, e contei como meu dia fora. "Parabéns, querida!" ela disse, sorridente.

"Onde estão papai e mamãe?" questionei vovó.
"Eles já devem estar a caminho." ela sorriu e calmamente introduziu um pequeno pedaço de frango que acabara de sair do forno.

Meu avô lia jornal quando foi chamado à mesa por mim, ele rapidamente se juntou à nós, oramos e começamos a comer.

(...)

Já havia tomado banho e me vestido, nenhum sinal de meus pais ainda.

Meus avós ligaram para seus celulares e nenhum deles atendia, coisa que não era normal. A empresa em que trabalharam avisou-nos que eles já haviam ido em bora e nenhum amigo sabia onde eles estavam.

Estávamos muito preocupados.

(...)

Hoje, dia 1° de março, fazem 5 longos dias do desaparecimento de papai e mamãe e eu chorava a cada minuto, meus pais nem sequer chegaram perto de casa. A polícia, os bombeiros e os cidadãos procuravam freneticamente por algum dos dois mas foi tudo em vão...

Já estava fraca devido ao tempo que não comia, meus olhos fundos e cansados e o choro incontrolável.

O que será que aconteceu?

Eles se cansaram de mim?

Será que eles não me amam mais?

Eles poderiam pelo menos ter visto minha nota do trabalho, eu juro que eles não se decepcionariam!  

Desci para a sala e um grupo de policiais estavam sentados juntos aos meus avós.

De um momento para outro vovó se entregou ás lágrimas e vovô abaixou a cabeça. Um semblante triste tomou conta de mim, afinal eu odiava os ver tristes.

"O que aconteceu?" perguntei curiosa.

Todos os olhares caíram sobre mim em pena e eu me senti completamente desconfortável. Vose aproximou num abraço apertado, continuava a chorar.

"Seus pais.." sua voz completamente trêmula.
"Os encontraram?" um sorriso brotou em meu rosto.

Todos se entre olharam tristes.

"Não exatamente..." vovô disse.
"Como assim?"  perguntei.
"Eles se foram."

Meu mundo caiu, meu coração se dividiu e minúsculos pedaços, minha mente não processava a informação, me senti vazia e nada mais fazia sentido... Tudo ficou frio der repente e eu fiquei com ódio, com ódio de que nunca mais irei vê-los e abraça-los, de que nunca poderei realizar meu sonho de ir para Harvard com eles ao meu lado, de que nunca mais poderei receber um beijinho de boa noite, de que nunca mais virei seus sorrisos e jantarei ao lado da família, de que nunca mais rirei das piadas de papai ou provarei novas receitas de mamãe, de que nunca mais pedirei para eles contarem histórias antigas, minhas brincadeiras, trapalhadas e aniversários. Pra mim era eterno, mas acabou.

COMO ASSIM ELES SE FORAM?  "

Acordei suada e com uma ligeira falta de ar. Meu fino lençol cor de rosa jogado no chão. Em minha volta só havia as quatro paredes decoradas com um papel de parede floral. Suspirei aliviada ao perceber que fora só um sonho, aliás um sonho me persegue desde de 2003, mais precisamente desde de 1° de março de 2003... A pior época da minha vida.

Daqui a alguns dias, farão 10 anos de que meus pais não estão mais presentes na minha vida. 10 anos de solidão e tristeza.10 anos sem ninguém que conseguisse me entender como mamãe e sem ninguém que conseguisse me dar um abraço tão apertado como o de papai... Porém eu ainda tenho meus avós que eu sempre considerei como meus segundos pais e eu os amo muito, aliás sou grata pelo carinho que eles me dão e sempre me deram.

Recolhi meu lençol e o dobrei colocando-o em seu devido lugar. Andei pelo quarto até meu guarda roupa e escolhi um vestido branco detalhado com algumas listras azuis que vinha até um pouco abaixo do joelho. Nada muito curto para não chamar atenção e não ser vulgar. Uma sapatilha completava minha roupa. Peguei minha mochila e o livro de Shakespeare, " Romeu e Julieta ", que eu precisava porque leríamos ele na aula hoje e isso me deixa feliz pois eu adoro suas obras.

Desci as escadas e a cada degrau o cheirinho de panquecas com mel ficava mais forte, sorri ao ver vovó cozinhá-las e vovô ler seu jornal.

" Bom dia vovó! ", eu disse e beijei sua bochecha.
" Bom dia querida! Fiz panquecas com mel como você gosta! "
" Obrigada! Deve estar uma delícia. " eu disse e ela deu uma risadinha.
" Chame seu avô, ele deve estar faminto... "
" Claro. ", disse e fui em direção à sala.

Vovô continuava a ler seu jornal e quando me viu guardou seus óculos, me deu um abraço apertado e sorriu. Ele sempre fazia isso.

" Bom dia vovô! "
" Bom dia amorzinho! "
" Vovó mandou te chamar. "
" Oh claro! Vamos? " ele disse e eu assenti o acompanhando até a cozinha.

Vovó serviu-nos generosamente e colocou um copo de leite em cima da mesa para que eu tomasse.

" Querida, quer que eu faça uma trança? ", vovó me perguntou e eu olhei para relógio da cozinha conferindo quanto tempo faltava para as 7:00 horas.
" Bem, acho que tenho tempo. "

Entreguei meu prendedor à ela e uma trança foi feita em menos de um minuto. A chave da caminhonete vermelha e velha de vovô estava em cima da mesa, peguei-a e me despedi de meus avós.

Entrei no carro e coloquei o sinto de segurança. Sai pela rua e peguei o controle que abria os porões, afinal morava em um local privado.

O rádio fora ligado e tocava uma música country tradicional do Texas que eu não gosto muito mas não quero desmerecer o trabalho de quem a fez.

Passei pelas ruas que se encontravam mais coloridas devido à chegada da primavera. As flores se espalhavam no caminho.

O velho John já estava na frente de sua oficina mecânica, talvez estivesse esperando eu chegar para falar com ele. Parei o carro.

" Bom dia Sr. John! "
" Angel! "
" Trouxe biscoitos para o senhor, espero que goste. "
" Obrigada querida, mas não precisava! ", ele sorriu meigamente e eu retribuí do mesmo jeito.
" Mas é claro que precisava! ", eu disse e ele riu.

Continuei meu caminho e pude notar que além das belas flores jogadas pelas ruas o clima estava bem aconchegante, nem era frio e nem muito menos calor.

Cheguei na escola e levei a caminhonete até o estacionamento da mesma. O ronco do motor ecoou pelo estacionamento fazendo um alto barulho.

Tirei minha mochila do banco de trás e coloquei-a nas costas descendo do carro e quando levantei meu olhar avistei o grupo de garotos vindo em minha direção, já estava ficando nervosa pois eu sabia da reputação desses garotos e ela não era muito agradável... Talvez eles devam tentar falar comigo para irritar ou quem sabe só por amizade mas acho que não.

" Angel! ", um dos meninos, que eu julgava o mais nojento, me chamou. Em resposta eu continuei meu caminho.
" Angel! Volta aqui! ", ele novamente me chamou e eu já estava bem mais nervosa.

Tentei andar mais rápido porém o grupo de garotos conseguiu me alcançar. Fizeram uma roda em volta de mim me fazendo parar de andar.

" O que vocês querem? ", minha voz saiu baixa pois eu já estava sentindo um pouco de medo.
" Estava fugindo de nós? ", o mesmo menino nojento me perguntou sorrindo e os outros riram.
" Sério, o que vocês querem comigo? "
" Calma gatinha, não faremos nada com você... ", ele alisou minha bochecha enquanto os outros riam.

Tentei forçar passagem mas uns três garotos me impediram de avançar, o que me fez tremer de medo.

" Por favor me deixe ir para a aula. ", meus olhos começaram a lacrimejar de nervosismo.
" Não, você vai ficar aqui com a gente... ", ele abraçou minha cintura.
" Me solta! ", eu disse em um tom de voz bem mais alto que o normal chamando a atenção de um dos funcionários da escola que me ajudou a sair de perto deles.
" Parem de encher o saco da menina! ", o funcionário disse e o grupo o olhou com raiva, por um tempo.
" Tudo bem... Vamos pessoal. " o garoto nojento disse.

Passei a mão nos olhos para secá-los e agradeci o funcionário.

" Se eles chegarem perto de você outra vez me avise que eu dou um jeito. ", ele sorriu e foi embora.

 (...)

Enquanto a turma fazia barulho e conversava eu lia o livro de Shakespeare e ás vezes olhava pela janela observando o lindo dia lá fora.

" Oi Angel! ", Susan me cumprimentou se aproximando e junto dela tinha um garoto que eu particularmente não gostava pelo seu jeito esnobe de ser.
" Olá Susan! "
" A professora passou alguma coisa enquanto eu não estava? "
" Ela só pediu para que lêssemos o livro...", olhei para o menino que estava junto dela, ela percebeu e sorriu.
" Angel esse é Logan, meu namorado! "
" Olá Logan... "
" Oi. ", ele me respondeu de forma seca o que me fez abaixar a cabeça e voltar a ler meu livro.

(...)

A aula havia acabado e eu guardei meu material esperando Susan vir falar comigo para irmos juntas para casa, mas ela já tinha outros planos com Logan.

Sai da sala e fui até o estacionamento, liguei o carro e sai da escola. Segui o caminho até minha casa. Abri a porta e recebi um abraço apertado de vovô e vovó.

" O que aconteceu?, eu perguntei sorrindo.

Vovó apenas sorria e me entregou uma carta que o que colava o envelope era um tipo de cola que ficava em alto relevo vermelha com a consoante 'H' bem desenhada. Abri o envelope com uma certa desconfiança de que fosse uma carta de Harvard e era...!

Li toda a carta e eu nunca tive um sorriso tão grande no rosto até que eu li: " De acordo com o seu resultado temos a honra de recebê-la como a nova aluna de Harvard. Parabéns! ". Comemoramos e vovó não parava de chorar e vovô de sorrir.

(...)

" Vovó! ", eu a chamei depois de ter colocado a toalha de mesa.
" Sim nova estudante de Harvard? ", ela disse me fazendo sorrir.
" Sabe eu fiz a prova a pouco tempo e já estou em Harvard? Isso não é estranho? "
" Não querida! Eles dão o resultado rápido mesmo. "
" Hum... Tudo bem mas quando eu posso ir? ", perguntei animada e ela riu.
" Bem, a caixa de correios não foi aberta desde mês passado... Creio que ela já estivesse lá a algum tempo. "
" E isso significa que... ", pedi por uma continuação.
" Significa que você deve fazer suas malas porque você já pode ir amanhã! ", ela sorriu.
" Oh meu Deus! E você sabe se tem algum lugar onde que passou deva se reunir? "
" Oh claro! Recebemos, além dessa, uma carta que explica tudo o que deve fazer, inclusive onde deve ir."
" Que maravilha vó! "
" Seus pais devem estar muito orgulhosos... "
" Sim devem."

(...)


Já havia tomado café da manhã e meus avós choravam sem parar porque eu iria embora, mas eles estavam muito felizes e orgulhosos de mim.

" Não acredito que vamos nos separar.. ", a voz de vovó saiu chorosa.
" Mas é por uma boa causa Elizabeth! ", vovô a avisou ainda com lágrimas nos olhos.
" Não se preocupem, sempre que puder mandarei cartas! "
" Oh Angel querida cartas já estão ultrapassadas! Use seu celular! ", vovó disse e eu e vovô rimos da forma em que ela falou.
" Não, eu gosto de cartas! "
" Tudo bem então, senhora. ", rimos de vovó.

Olhei em volta e suspirei, aliás isso é tudo o que nós sempre quisemos e infelizmente não poderei ficar até dia 1 de março com meus avós os apoiando e dando força por ser o dia em que meus pais morreram...

" Vovô... Vovó... "
" Sim querida? ", eles me perguntaram juntos.
" Eu amo vocês. "
" Nós também amamos você. ", juntos, novamente, eles disseram e nos abraçamos.
" E... Hum... Não se esqueçam de colocar as rosas no cemitério ok? "
" Não nos esqueceremos. ", vovô disse e eu assenti.

Levei minhas malas até a caminhonete e liguei o carro.

" Ah e não se esqueçam de dizer à Susan que sentirei saudades! "
" Diremos! "
" Então é isso... Adeus vovô... Adeus vovó... "
" Até logo filha... Nós te amamos! "
" Eu também. ", disse e segui o endereço escrito no papel.

(...)

Já havia dirigido por um bom tempo e o céu já escurecia. Enfim cheguei no local marcado.

Era um lugar bem deserto onde poucas residências foram construídas. Olhei no papel e certifiquei-me de que o número do estabelecimento em que eu deveria entrar era o 224, olhei em volta a procura e avistei um galpão com uma placa dourada indicando que era o 224.

Pra mim soava meio estranho o local da reunião ser um galpão mas estava devidamente pintado e bem cuidado então não dei muita bola.

Andei até os portões e dois homens de terno e óculos escuros abriram-os para mim. Uma moça sorridente se aproximou de mim e sem dizer nada me levou até a última porta do local.

" Ér... Você está me levando até a sala de reunião dos novos alunos de Harvard? ", eu disse e a mulher riu de uma forma um pouco diabólica o que me fez tremer.
" Ah claro que sim... Para a sala de reuniões... ", ela deu uma risadinha.

Ela abriu a porta e eu pudi ouvir alguns gritos e choros abafados, tentei recuar e sair dali mas a mulher me segurou pelo braço e seu sorriso já havia desaparecido.

Ela me conduziu até uma grande porta metálica com parafusos grandes e eu me encolhi ao perceber que os berros ficaram mais altos, tentei fugir dali mas ela segurou meus dois braços com uma mão e com a outra ela bateu fortemente na porta e ela logo foi aberta por outro homem de terno.

" O que você está fazendo? ", eu perguntei desesperada e com lágrimas nos olhos após ver grupos de meninas desesperadas cercadas por outros homens de terno.
" Você vai ver. "

Ela me jogou em uma sala qualquer onde algumas meninas estavam e fechou o local. Bati na porta desesperada e a chutei com toda a minha força.

" ME TIRA DAQUI! ", eu gritei chorando.
" ME DEIXA SAIR! ", gritei novamente.

Outros daqueles homens de terno me afastaram da porta e forçaram-me a sentar.

" ME SOLTA EU QUERO IR EMBORA! ", eu berrei desesperada chorando.
" CALA A BOCA, VADIA! ", um dos homens gritou e apontou sua arma para mim. " TODAS CALEM A BOCA NÃO QUERO OUVIR NENHUM GRITO, SENÃO EU MATO! "

Me calei ainda choramingando e não podia acreditar no que estava ocorrendo comigo...

O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

[...] Continua.

COÉ GALERINHA ANIMAL!

TUDO DE BOA? SUAVE? NA MORAL?

não?

foda-se



n gente zoa nós amamos vcs

bem comigo (queeny) to relax..

mano me perguntaram se eu realmente curto um baseado ta ligado pq no meu twitter
(@theweekidrauhl SEGUE LÁ PORRA) eu postei uma foto de maconha com a legenda "amo" mas eu sou da zoera galera! nao levem a serio o que eu falo vlw?

iae curtiram ça porra que nóix escreveu?

modéstia parte eu gostei ficou fodinha 

angel tao santa.. mas relax gente daqui a pouco ela dá pro bieber.

falando nessa diliça di homi.. QUEM QUER DÁ PRA ELE LEVANTA A MÃO!

\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/\O/

n consigo me conformar q ele só vai me fuder 894569562096957834635768256783 de vezes ao dia..

isso é tão triste gente!

PORQUE VIDA CRUEL?!

cra essa foto que ta no comecinho do cap me dá orgasmos.. na boa ME COME BIEBER!!!!!!!!!!

GENTI ÇÊS PODI SEGUI O BROGUI PRU FAVÔ?

Bem patota é isso aê o que eu queria dizer já falei fiquem com a juliana (ela quer um apelido então decide aê)

vlw PATOTA, SIM PATOTA E PATOTA É COMO EU E-U eU Eu eu chamo vcs e se alguem me kibar eu ordeno q vcs enfiem uma tv de 83756 polegadas no rabo da pessoa.. e sim eu sou fofa

n mentira sou mó bicho kkkk


cuz the putaria never ends

bjustin nessas bunda cabeluda.


Maria Clara: 

E ae minas lokas como anda a vida?? A minha vai as 1000 maravilhas!Só que não...mais isso não importa muito! Amo vocês...( @_Klara_94 SIGAM LÁ) E só pra avisar eu sou mais retardada das amigas e a mais delicada! E a MAIS DIVA..kkkk

(queeny on: KKKKKKKKKKKKKKK SQN NÉ?! queeny off)




Um comentário:

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